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Satisfação no trabalho: como as empresas podem estimular os colaboradores

Satisfação no trabalho: como as empresas podem estimular os colaboradores
07/12/2022 12h10

Pessoas motivadas no trabalho são 50% mais produtivas, segundo um estudo da consultoria Right Management. Mas, como as organizações podem estimular e manter o interesse pelo trabalho e pela produtividade?

O artigo científico “Como a estratégia de formação de times influencia a satisfação no trabalho?”, produzido pelo colaborador Sérgio Cavalcante, da área de People and Process da FPFtech, apresenta a importância das empresas proporcionarem autonomia para suas equipes. O trabalho foi escolhido o melhor entre os artigos notáveis no Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software, ocorrido no mês passado, na PUC do Paraná.

“A satisfação no trabalho é um item de grande importância em organizações. Entende-se que pessoas mais satisfeitas tendem a ter mais esmero e comprometimento com seu trabalho, serem mais colaborativas, comunicativas e tendem a permanecer na organização que fazem parte colaborando com seu crescimento”, ressalta.

De acordo com Sérgio Cavalcante, hoje em dia, em busca dessa satisfação das pessoas no trabalho, diversas empresas, como a FPF, consideram muito importante estimular a autonomia dos times de desenvolvimento em busca de uma maior satisfação no trabalho.

“As organizações estimulam aspectos importantes como “por que trabalhar” (propósito), e “como trabalhar” (escolhas técnicas), “com o que trabalhar” (escolha de tarefas), “quando trabalhar” (horário flexível), e atualmente ficou muito forte o “onde trabalhar” (presencial, remoto, híbrido), com o objetivo de formar times auto-organizados e auto-gerenciados”, explica.

Em busca da autonomia, o artigo escrito por ele partiu da hipótese de usar autonomia na hora de montar os times, “com quem trabalhar”, teorizando que ao dar essa autonomia às pessoas escolherem seus colegas de time, seria mais um estímulo à essas satisfação, formando também times auto-selecionados.

Como resultado, o estudo validou nesse contexto onde foi observado, esses times realmente tinham não só mais satisfação no trabalho, mas resolviam seus conflitos de forma harmoniosa, tinham alta-performance e eram muito coesos.

“Organizações são formadas por pessoas, que são o seu corpo. Elas trabalham, colaboram, se comunicam, sofrem, e compartilham vitórias. Logo, o estudo reforça o benefício às empresas darem a devida importância às pessoas, cima de processos e ferramentas no caminho de se tornar uma organização mais feliz”, conclui.

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